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Mostrando postagens de janeiro, 2020

tanto amor guardado tanto tempo

comecei a ouvir Rubel e lembrei que te amo  eu li um poema sobre como amar é mais importante do que dinheiro ou qualquer outra coisa e lembrei que eu arrumaria as minhas malas e iria aonde você estivesse  porque eu amo você  olhei pro pôr do sol em Saquarema  no primeiro dia do ano  do alto de um morro e quis você comigo aplaudindo eu quis você me beijando depois de um dia bom  porque eu amo tanto você  eu me reuni com meus amigos no final de semana  nós conversamos sobre a vida e sobre o futuro lembrei que você é meu melhor amigo  e que eu sempre quis que meu futuro fosse você porque, garoto, eu te amo  eu te amei desde as suas pernas inquietas naquela aula da graduação  até o dia em que você sorriu pra mim e eu quebrei  da forma mais clichê possível  ainda amo você  eu estou ouvindo Rubel neste exato momento  seu cantor preferido  (não queria ter ...

i can't make you love me if you don't

eu sempre gostei de ficar sozinha.  ouvir os meus próprios pensamentos como se minha consciência fosse um guia forte e experiente, como se eu soubesse o que fazer em todas as situações.  eu gosto de ficar sozinha para me organizar e, principalmente, para me curar das minhas angústias. eu gosto de reunir forças e desmoronar quando preciso.  ponho uma música e, às vezes, as notas dizem o que eu penso e sinto. apenas absorvo e sinto o pulsar dos meus sentimentos que remexem cada artéria.  é pesado sentir.  por isso eu fico sozinha. conto até dez e tento lidar com as toneladas em mim sob efeito da gravidade. dói, sabe?  a solidão é necessária, mas também machuca; quando ela deixa de ser escolha; quando ela é imposta e não há nada que se possa fazer.  eu queria você. eu queria sentir você porque você sempre soube dizer o que a minha consciência não conseguiu.  eu estou sozinha, e sempre gostei.  mas quando não tem ninguém mais no meu quarto, eu le...